Muitos amigos me pedem para que eu indique alguns vinhos aqui no blog. Venho tentando fugir disso porque acho difícil acertar nas sugestões. Em primeiro lugar porque minha experiência é muito baseada nos vinhos portugueses em especial os do tipo Porto. Em segundo lugar, acho que vários são os fatores que podem tornar uma sugestão de bebida resultar em sucesso ou não. Acredito que com as pessoas certas, no lugar certo e num ambiente favorável as chances de agradar aumentem. Como já contei aqui uma visita ao Solar do Vinho do Porto em que parece que os deuses do bago se uniram para que nossa visita àquele local se tornasse uma experiência inesquecível. Ainda assim e para não fugir do propósito original, me arrisco a indicar um João Pires branco. Embora respeite quem assim o faça, não vou gastar tempo em descrever referências sobre ele, tais como: é um vinho de cor topázio com intenso e profundo aroma a moscatel, passas e nozes e que apresenta um toque de velhice, embora deva ser consumido preferencialmente jovem etc, porque não entendo disso e tampouco presumo que essas explicações técnicas aumentem o desejo de experimentá-lo. O que digo, aí sim por experiência própria, é de que ele merece ser provado. Os outros fatores, bem, ficam por sua conta ou, quem sabe, dos deuses... (Reprodução - Colaboração do Quintal que é brother há mais de 30 anos, apreciador e produtor de bons vinhos)












